“para mim, viajar é alimentar a alma” frase ouvida no SESC à respeito dos efeitos de viagens, publicada na revista do mês.
“das dores que me atingiram a alma nunca me recuperei totalmente” Maestro João Carlos Martins comentando seus “desastres de saude” no jornal A Tribuna de Santos
“a dor da alma dói no corpo” psiquiatra Stephen Sathl comentando efeitos da depressão e outros sofrimentos mentais na revista Veja da semana.
Alma é uma idéia que no Budismo se assemelha à consciência também chamada gota indestrutível.
Entendo que consciência seria um fluxo de vida com marcas desenhadas por experiências e acolhidas por uma identidade.
Esse fluxo após a morte seguiria a procura de outra existência com qualidades semelhantes as de sua “bagagem”
Consciência seria então uma presença que habita um corpo, com uma personalidade que usa um cérebro para organizar a vida que está sendo vivida; como fosse um “observador” assexuado.
Esse observador vai aprendendo e ganhando cada vez mais visão ou não com a hipótese de transferir esse aprendizado pelos renascimentos
até o que se chama “iluminação” .
Iluminação seria a dissolução final da sensação de individualidade e o relaxamento sereno no Todo.
Se essa visão for pacifica, amiga, não preconceituosa, a consciência se expande e vai se liberando das aflições = expansão de consciência
Se essa visão for conflituosa, inflexível, teimosa, egoísta a consciência continua estreita.
Se o sentido da vida é expandir a consciência em direção à percepção do TODO interdependente, seria interessante todos os dias aprender, pelo menos, mais uma coisa nova.
Os desafios e novidades da vida, como viagens, sustos, doenças, imprevistos são “Mestres” que nos obrigam a nos reinventarmos a cada dia para sobreviver e escapar do sofrimento.
Experiências novas movimentam internamente o que já foi vivido, conhecimentos, crenças, sentimentos e emoções e dão um novo impulso na caminhada.
Vencer a preguiça e as desculpas que nos deixam acomodados é uma conquista importante para a consciência que quer crescer e alcançar a felicidade.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
que nota você quer tirar, 9 ou 10?
O culto à excelência é o culto à utopia, uma das ferramentas mais eficazes dos manipuladores – sejam sistemas escolares, econômicos ou familiares.
Meu avô sempre perguntava: você é a primeira da classe na escola ?
Sinto que ele queria incentivar, ter orgulho de sua neta, mas....
O Universo sabe o esforço que eu fazia... quantas amizades perdi, quantas farras adiei, quantas oportunidades fechei, para cumprir a promessa da nota 10.
Esse esforço ia cavando uma enorme solidão e casava direitinho com minhas preferências pela leitura.
Até fingia que estava fazendo isso por responsabilidade, inteligência e amadurecimento. Mas...Não era não , era por carência....carência do aplauso, do afeto, da aprovação; era mero auto-engano.
Que importância tem hoje, nas vésperas de completar 60 anos as notas 10 que colecionei?
E na vida? Quantas vezes buscamos tanto tirar 9 ou 10, pra quê? Pra servir a quem?
Se tirando 6 ou 7 já dá para passar de ano, pra que tanta tensão?
No final da estrada, não vai haver estrelinhas douradas para receber de ninguém.
Você já sabe, como acaba a novela da nossa vida, não é?! Todos morrem no final....levando apenas as experiências em sua consciência.
Portanto, aproveite a alegria de cada dia, relaxe.....basta um 6!!!!!!!!!!!!!
Meu avô sempre perguntava: você é a primeira da classe na escola ?
Sinto que ele queria incentivar, ter orgulho de sua neta, mas....
O Universo sabe o esforço que eu fazia... quantas amizades perdi, quantas farras adiei, quantas oportunidades fechei, para cumprir a promessa da nota 10.
Esse esforço ia cavando uma enorme solidão e casava direitinho com minhas preferências pela leitura.
Até fingia que estava fazendo isso por responsabilidade, inteligência e amadurecimento. Mas...Não era não , era por carência....carência do aplauso, do afeto, da aprovação; era mero auto-engano.
Que importância tem hoje, nas vésperas de completar 60 anos as notas 10 que colecionei?
E na vida? Quantas vezes buscamos tanto tirar 9 ou 10, pra quê? Pra servir a quem?
Se tirando 6 ou 7 já dá para passar de ano, pra que tanta tensão?
No final da estrada, não vai haver estrelinhas douradas para receber de ninguém.
Você já sabe, como acaba a novela da nossa vida, não é?! Todos morrem no final....levando apenas as experiências em sua consciência.
Portanto, aproveite a alegria de cada dia, relaxe.....basta um 6!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 22 de março de 2011
Afinal...o que é iluminação?
“Para a maioria das religiões, um homem iluminado é aquele que consegue livrar-se de seu próprio egoísmo, entende que não passa de uma pequena peça – mas importante – no grande plano...........a maioria dos ensinamentos filosóficos ou religiosos é” apenas uma maneira de provocar, no interior de cada um, o contato com esta sabedoria...enterradadebaixo de muitas camadas de preconceito, culpa, confusão mental e idéias falsas a respeito de nossa própria importância.” Paulo Coelho na revista AT Tribuna.
Um dos primeiros avisos que ouvi durante ensinamentos budistas foi : “ se quiser seguir o caminho da espiritualidade, abandone o ideal de perfeição”
Somos todos imperfeitos e não tem nada errado com isso.
Mas a busca de Buda foi pela iluminação, não foi????
Ouço conhecidos acusarem a busca da iluminação como uma prepotência.
Bem...se o caminho para a felicidade é a humildade, como a busca pela iluminação é prepotente ?
Parece que não entendemos bem o que é felicidade, nem o que é iluminação.
Aliás não entendemos um numero grande de palavras e sentidos....e interpretamos com deformação as idéias.
A melhor definição de felicidade ouvi de Lama Michel:” felicidade é sentir-se confortável em qualquer situação, com qualquer pessoa, em qualquer lugar.”
Já para iluminação Lama Padma Santem coloca que é alcançar a lucidez, ou seja, perceber com clareza a realidade a caminho da compreensão da verdade.
Nas duas buscas o ponto inicial é aprender a viver no presente, sem se deixar arrastar nas lembranças do passado, nem se perder nos sonhos e expectativas do futuro.
O presente é a história que está acontecendo agora - resultado do que escolhemos e semente do que colheremos.
Para viver esta história de agora, o primeiro passo é :
Descobrir quais são as tuas contas, cada um paga a sua – não conseguimos mudar ninguém, nem “pagar contas” alheias – isso é auto-engano; você pode ajudar, mas não concluir o trabalho.
Contas quer dizer responsabilidades.
Ocupe-se em como você pode cuidar dessas tuas responsabilidades, até em como pedir auxílio.
A seguir:
Colocar em fila indiana os projetos, contas, dificuldades e deveres e ir dando conta do recado passo a passo.
Aceitar que a única pessoa que você precisa agradar é a tua consciência; é ela que vai te levar às próximas viagens. É ela, a consciência que está se expandindo.
Liberar-se do egoísmo de querer ser importante, para conseguir compreender as necessidades dos outros – isso alivia muito a necessidade da perfeição.
Não dar importância à opinião dos outros “queima” metade do stress.
Um dos primeiros avisos que ouvi durante ensinamentos budistas foi : “ se quiser seguir o caminho da espiritualidade, abandone o ideal de perfeição”
Somos todos imperfeitos e não tem nada errado com isso.
Mas a busca de Buda foi pela iluminação, não foi????
Ouço conhecidos acusarem a busca da iluminação como uma prepotência.
Bem...se o caminho para a felicidade é a humildade, como a busca pela iluminação é prepotente ?
Parece que não entendemos bem o que é felicidade, nem o que é iluminação.
Aliás não entendemos um numero grande de palavras e sentidos....e interpretamos com deformação as idéias.
A melhor definição de felicidade ouvi de Lama Michel:” felicidade é sentir-se confortável em qualquer situação, com qualquer pessoa, em qualquer lugar.”
Já para iluminação Lama Padma Santem coloca que é alcançar a lucidez, ou seja, perceber com clareza a realidade a caminho da compreensão da verdade.
Nas duas buscas o ponto inicial é aprender a viver no presente, sem se deixar arrastar nas lembranças do passado, nem se perder nos sonhos e expectativas do futuro.
O presente é a história que está acontecendo agora - resultado do que escolhemos e semente do que colheremos.
Para viver esta história de agora, o primeiro passo é :
Descobrir quais são as tuas contas, cada um paga a sua – não conseguimos mudar ninguém, nem “pagar contas” alheias – isso é auto-engano; você pode ajudar, mas não concluir o trabalho.
Contas quer dizer responsabilidades.
Ocupe-se em como você pode cuidar dessas tuas responsabilidades, até em como pedir auxílio.
A seguir:
Colocar em fila indiana os projetos, contas, dificuldades e deveres e ir dando conta do recado passo a passo.
Aceitar que a única pessoa que você precisa agradar é a tua consciência; é ela que vai te levar às próximas viagens. É ela, a consciência que está se expandindo.
Liberar-se do egoísmo de querer ser importante, para conseguir compreender as necessidades dos outros – isso alivia muito a necessidade da perfeição.
Não dar importância à opinião dos outros “queima” metade do stress.
quarta-feira, 16 de março de 2011
As 3 peneiras
O texto abaixo, que consta ser de Sócrates, tem a textura budista e pode transformar-se numa orientação segura.
Aliás a leitura do livro”Sócrates, Jesus, Buda” é interessante e quebra fronteiras, que na verdade nunca existiram.
Um dos comentários SS Dalai Lama é sobre sua forte sugestão em abrandar as fronteiras e dissolver preconceitos, entre povos, classes, religiões etc
As três peneiras
As três peneiras
Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente não!
- Então suas palavras vazaram também. A terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me desse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates sorrindo concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!
Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras pois pessoas sábias falam sobre ideias; pessoas comuns falam sobre eventos; pessoas medíocres falam sobre pessoas.
--
Aliás a leitura do livro”Sócrates, Jesus, Buda” é interessante e quebra fronteiras, que na verdade nunca existiram.
Um dos comentários SS Dalai Lama é sobre sua forte sugestão em abrandar as fronteiras e dissolver preconceitos, entre povos, classes, religiões etc
As três peneiras
As três peneiras
Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente não!
- Então suas palavras vazaram também. A terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me desse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates sorrindo concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!
Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras pois pessoas sábias falam sobre ideias; pessoas comuns falam sobre eventos; pessoas medíocres falam sobre pessoas.
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terça-feira, 8 de março de 2011
As dificeis relações familiares
Aproveitando que é carnaval vamos tratar das relações em família.
No discurso tudo vai fácil; nos conselhos também.
Nos livros de autoajuda então nem se fala.....
Mas as relações em família são realmente um teatro repleto de jogos, armadilhas que seqüestram as boas intenções.
Na verdade essas relações trazem à tona as sombras, os fantasmas de infância, traições, os sonhos desfeitos,
as limitações que fazem parte de nossa humanidade.
Somos todos seres bastante imperfeitos, querendo agradar e ser importante para quem é importante para nós.
Fazemos planos, organizamos a festa, ensaiamos telefonemas, traçamos discursos e....quando percebemos já estamos “ chutando a jaca”.
Ou será que é a jaca que quer um chute!
A intimidade tira a cerimônia e os impulsos e instintos falam mais alto que o bom senso.
Nos ensinamentos budistas encontramos a advertência que um momento de raiva dissolve todo o mérito ganho pela boa ação.
O que entendo dessa afirmação é que no momento da boa motivação, da intenção solidária, a mente está satisfeita, calma e
ao desestabilizar com a raiva ( nos seus vários graus) ela se desorganiza, fica tensa, fecha o foco, cega e
cria um campo venenoso de falta de lucidez na nossa história.
Esse é um dos treinos difíceis: manter a paciência quando a pessoa que ajudamos nos ataca ou desconsidera.
O primeiro passo é observar como essa dinâmica acontece.
Observar uma sessão dessas “baixarias” familiares, perceber o minuto que antecedeu o “show”, nesse instante tudo poderia ter
sido evitado; nem que fosse ter fugido, virado as costas, oferecido a vitória ou abaixado a cabeça.
Afinal o que resta de tempo para viver não é tanto assim que seja possível desperdiçar; viver essas questões familiares com mais fluidez
é a única coisa inteligente a fazer.
E.... será que ficar com a razão vai mesmo resolver a vida?
Aproveite esses feriados para desfilar as tuas historias e ensaiar respostas.
Aproveite os dias para investir na alegria.
No discurso tudo vai fácil; nos conselhos também.
Nos livros de autoajuda então nem se fala.....
Mas as relações em família são realmente um teatro repleto de jogos, armadilhas que seqüestram as boas intenções.
Na verdade essas relações trazem à tona as sombras, os fantasmas de infância, traições, os sonhos desfeitos,
as limitações que fazem parte de nossa humanidade.
Somos todos seres bastante imperfeitos, querendo agradar e ser importante para quem é importante para nós.
Fazemos planos, organizamos a festa, ensaiamos telefonemas, traçamos discursos e....quando percebemos já estamos “ chutando a jaca”.
Ou será que é a jaca que quer um chute!
A intimidade tira a cerimônia e os impulsos e instintos falam mais alto que o bom senso.
Nos ensinamentos budistas encontramos a advertência que um momento de raiva dissolve todo o mérito ganho pela boa ação.
O que entendo dessa afirmação é que no momento da boa motivação, da intenção solidária, a mente está satisfeita, calma e
ao desestabilizar com a raiva ( nos seus vários graus) ela se desorganiza, fica tensa, fecha o foco, cega e
cria um campo venenoso de falta de lucidez na nossa história.
Esse é um dos treinos difíceis: manter a paciência quando a pessoa que ajudamos nos ataca ou desconsidera.
O primeiro passo é observar como essa dinâmica acontece.
Observar uma sessão dessas “baixarias” familiares, perceber o minuto que antecedeu o “show”, nesse instante tudo poderia ter
sido evitado; nem que fosse ter fugido, virado as costas, oferecido a vitória ou abaixado a cabeça.
Afinal o que resta de tempo para viver não é tanto assim que seja possível desperdiçar; viver essas questões familiares com mais fluidez
é a única coisa inteligente a fazer.
E.... será que ficar com a razão vai mesmo resolver a vida?
Aproveite esses feriados para desfilar as tuas historias e ensaiar respostas.
Aproveite os dias para investir na alegria.
terça-feira, 1 de março de 2011
Sucessos e como segura-los
Muitas pessoas que estudam auto-conhecimento, espiritualidade, ciências e outros matérias amplas, embora tenham
alcançado um vasto conhecimento e reconheçam a “pequenez” da fragilidade humana e sua transitoriedade continuam
com um Ego enorme... vaidade para todo lado!!!!!
Como comenta Yehuda Berg, codiretor de um dos maiores centros de estudo da Cabala, é muito difícil dominar o Ego –
o falso eu vaidoso e carente.
Segunda suas palavras:” quanto mais bem sucedido, maior seu Ego.”
O Ego é algo que motiva a fazer mais e mais, e segundo o Budismo, lutar para ter, lutar para manter e lutar para aumentar –
o tal desejo ilimitado.
O Ego atrapalha porque nos tira da realidade e nos prende ao auto-engano criando uma falsa imagem, uma importância falsa.
“Se um jogador vê seu time vencer um campeonato, por exemplo, é complicado, mporque tendo ganho, fica muito
mais difícil abandonar os campeonatos.Ele diz: agora sou campeão. E estar preso a um campeonato é um problema.
É mais fácil sermos aprisionados pelo sucesso do que pela dor. É quando ganhamos os jogos que temos problemas.
Quando tudo vai bem, fixamo-nos naquelas condições. Parece que encontramos algo.”Lama Padma Santem
Ainda segundo o rabino Berg, o trabalho para controlar o Ego é um trabalho lento e difícil, nem sempre bem sucedido.
No entanto tomar conhecimento do problema, ou perceber o lado nocivo desse personagem que nos acompanha
já é um começo.
Alcançar um sucesso é muito legal ! é uma reação natural, afinal colocamos muito esforço nas empreitadas.
Mas.....a dica:
Quando percebemos que alcançar esse sucesso não dependeu só de nós e envolveu a colaboração de varias outras pessoas, desde os pais,
devolve a consciência do real tamanho da conquista e inclui o mérito de todos que participaram.
Dividir o troféu das conquistas controla e coloca o Ego sob controle, no seu papel.
A verdade organiza!
Viver os sucessos com leveza garante a paz.
alcançado um vasto conhecimento e reconheçam a “pequenez” da fragilidade humana e sua transitoriedade continuam
com um Ego enorme... vaidade para todo lado!!!!!
Como comenta Yehuda Berg, codiretor de um dos maiores centros de estudo da Cabala, é muito difícil dominar o Ego –
o falso eu vaidoso e carente.
Segunda suas palavras:” quanto mais bem sucedido, maior seu Ego.”
O Ego é algo que motiva a fazer mais e mais, e segundo o Budismo, lutar para ter, lutar para manter e lutar para aumentar –
o tal desejo ilimitado.
O Ego atrapalha porque nos tira da realidade e nos prende ao auto-engano criando uma falsa imagem, uma importância falsa.
“Se um jogador vê seu time vencer um campeonato, por exemplo, é complicado, mporque tendo ganho, fica muito
mais difícil abandonar os campeonatos.Ele diz: agora sou campeão. E estar preso a um campeonato é um problema.
É mais fácil sermos aprisionados pelo sucesso do que pela dor. É quando ganhamos os jogos que temos problemas.
Quando tudo vai bem, fixamo-nos naquelas condições. Parece que encontramos algo.”Lama Padma Santem
Ainda segundo o rabino Berg, o trabalho para controlar o Ego é um trabalho lento e difícil, nem sempre bem sucedido.
No entanto tomar conhecimento do problema, ou perceber o lado nocivo desse personagem que nos acompanha
já é um começo.
Alcançar um sucesso é muito legal ! é uma reação natural, afinal colocamos muito esforço nas empreitadas.
Mas.....a dica:
Quando percebemos que alcançar esse sucesso não dependeu só de nós e envolveu a colaboração de varias outras pessoas, desde os pais,
devolve a consciência do real tamanho da conquista e inclui o mérito de todos que participaram.
Dividir o troféu das conquistas controla e coloca o Ego sob controle, no seu papel.
A verdade organiza!
Viver os sucessos com leveza garante a paz.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Cuidado com a carência
No livro “Mulheres que amam demais” uma frase chama atenção e resume o “núcleo da encrenca” é:
Quando estamos com sede demais qualquer água serve......
Ou seja,
Quando deixamos a carência tomar proporções avassaladoras, qualquer companhia serve.
Ou melhor ainda: qualquer relação parece preencher o vazio; mas depois de poucas semanas, as ilusões se dissolvem
e o paraíso vira um pesadelo ou quase.
Relação de afeto, relação de trabalho, de sociedade, de amizade, de religiosidade, de laser, de família – qualquer tipo de companhia.
A carência faz com que a realização dos sonhos sejam espelhados fora, em qualquer pessoa, em qualquer situação porque..... ficar só ficou insuportável.
O que é a carência?
A sensação que sozinhos somos só metade, ou menos;
A sensação que sozinhos vamos naufragar.
A sensação que sozinhos a vida perdeu a alegria.
A sensação que sozinhos a morte virá mais rápido.
A sensação que sozinhos somos menos importantes.
A carência é uma companhia muiiiiito traiçoeira.
Você talvez até tenha mais explicações?
....................................................
Ou será que estar sozinhos relembra que ao nascer alguém nos esperava mas na morte vamos sozinhos para o desconhecido?
Na natureza tudo tem um caminho coerente: o que é plantado, floresce, o que é jogado cai, o que é bem tratado fica preservado,
o que é inútil desaparece ou é assimilado etc.etc.etc.
Quando penso na morte, sinto que existe a possibilidade de chegar a um lugar em que as inquietudes se acalmarão, um lugar onde encontrarei o sossego das ansiedades.
Um lugar onde haverá a compreensão das duvidas, onde finalmente as confusões deste mundo terão uma explicação.
Um imenso alívio.
Mas também sinto que para chegar a esse lugar terei que tirar o poder dos medos que sinto, para que eles não me atrapalhem na hora da partida.
A carência é um desses medos infantis que preciso queimar bem queimadinho e enterrar.
Mas........como não existem certezas quanto a esses assuntos apenas hipóteses.....
Tudo isso é também uma hipótese que gosto de sonhar..............
Como diz Lama Gangchen Rinpoche:”vai que é verdade”.
Mas que a carência só atrapalha e atrapalha muito isso é certo!
“O grande homem é aquele que no meio da multidão mantém com perfeita doçura a independência da solidão” Half Waldo Emerson
Quando estamos com sede demais qualquer água serve......
Ou seja,
Quando deixamos a carência tomar proporções avassaladoras, qualquer companhia serve.
Ou melhor ainda: qualquer relação parece preencher o vazio; mas depois de poucas semanas, as ilusões se dissolvem
e o paraíso vira um pesadelo ou quase.
Relação de afeto, relação de trabalho, de sociedade, de amizade, de religiosidade, de laser, de família – qualquer tipo de companhia.
A carência faz com que a realização dos sonhos sejam espelhados fora, em qualquer pessoa, em qualquer situação porque..... ficar só ficou insuportável.
O que é a carência?
A sensação que sozinhos somos só metade, ou menos;
A sensação que sozinhos vamos naufragar.
A sensação que sozinhos a vida perdeu a alegria.
A sensação que sozinhos a morte virá mais rápido.
A sensação que sozinhos somos menos importantes.
A carência é uma companhia muiiiiito traiçoeira.
Você talvez até tenha mais explicações?
....................................................
Ou será que estar sozinhos relembra que ao nascer alguém nos esperava mas na morte vamos sozinhos para o desconhecido?
Na natureza tudo tem um caminho coerente: o que é plantado, floresce, o que é jogado cai, o que é bem tratado fica preservado,
o que é inútil desaparece ou é assimilado etc.etc.etc.
Quando penso na morte, sinto que existe a possibilidade de chegar a um lugar em que as inquietudes se acalmarão, um lugar onde encontrarei o sossego das ansiedades.
Um lugar onde haverá a compreensão das duvidas, onde finalmente as confusões deste mundo terão uma explicação.
Um imenso alívio.
Mas também sinto que para chegar a esse lugar terei que tirar o poder dos medos que sinto, para que eles não me atrapalhem na hora da partida.
A carência é um desses medos infantis que preciso queimar bem queimadinho e enterrar.
Mas........como não existem certezas quanto a esses assuntos apenas hipóteses.....
Tudo isso é também uma hipótese que gosto de sonhar..............
Como diz Lama Gangchen Rinpoche:”vai que é verdade”.
Mas que a carência só atrapalha e atrapalha muito isso é certo!
“O grande homem é aquele que no meio da multidão mantém com perfeita doçura a independência da solidão” Half Waldo Emerson
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