Herdamos uma história em que o Bom é quem ajuda a todos; ou seja, incorporando Deus; tem que ser Deus Onipotente porque nem Jesus, nem Buda, nem Gandhi, nem o Dalai Lama ajudam a todos.
Quanta prepotência inútil ......e de onde será que herdamos essa crença. Com certeza ouvimos muito na infância que mamãe , papai , vovó , professora, vizinhos, tios vão gostar gostar mais de nós quando
formos bonzinhos, ou seja: ajudarmos todos, concordarmos com tudo e obedecermos a tudo que for a crença deles....!!!!! ou seja: esquecer da nossa história e viver a história do outro.
Assim aprendemos é bom entrar no quadrado dos outros e tentar resolver suas dificuldades...!!! e aí de mim se não fizer isso, que culpa!!!!!
Como será na verdade?
Entrar na história do outro e procurar atalhos interfere no seu amadurecimento; a natureza não dá saltos, dá um passo de cada vez.
A maior lição de humildade é permitir que o outro aprenda e faça mais mudanças no seu tempo; generosidade é apoiar a experiência de que sofre através da alegria, esperança, incentivo, positividade.
A maior ajuda que podemos dar é o nosso exemplo de uma vida coerente com respeito.
Não temos solução para todas as dores do mundo porque nem ao menos sabemos de onde viemos, para onde vamos e qual o sentido de tudo isso. Quem nos pôs aqui é quem sabe.
Cuidar de si mesmo procurando cada vez mais lucidez( se aproximar da realidade) e bondade(não julgar) é a melhor forma de ajudar a TODOS.
Permitir que as pessoas passem por suas dificuldades em paz é permitir que façam seu aprendizado significativamente.
Não apresse nem se deixe apressar – cada um que cuide de seu quadrado, não somos responsáveis pelas dívidas do vizinhos, somos apenas amigos.
Mas não é fácil ser testemunha das dificuldades à volta. Me lembro do comentário de um Lama Tibetano,
um “santo” monge idoso – Lama Lawan:”vocês não imaginam como é difícil vê-los chorar sentados
num monte de ouro e aguardar pacientemente até que se dêem conta onde estão”.
Assim... às vezes estamos no lugar do Mestre como observador e em outras chorando na ignorância.
Faça tanto quanto você possa ....depois de ter cuidado de você, da sua vida e de sua família.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Dá um tempo !
O jogo de futebol tem intervalo.
O farol tem o amarelo.
O técnico pede um tempo para reorientar a equipe.
Entre a inspiração e a expiração há uma leve parada.
O sono é a parada entre os dias.
A própria vida é um intervalo na existência.
O intervalo do silêncio faz parte da música.
As férias são a parada entre as atividades.
Dar um tempo faz parte faz parte da sanidade. Porque é o momento de tomar fôlego novo, acalmar, retomar a motivação e avaliar o caminho.
Na pressa de enriquecer e de chegar primeiro, de preencher a carência e a solidão, na busca por um sentido e uma explicação .... As paradas no tempo ficam pra depois.
Depois quando?
Dar um tempo pra si e para respeitar o movimento do outro faz parte da “viagem”.
Dar um tempo pra não fazer nada e se ouvir, ouvir a natureza, os barulhos da cidade, ouvir o silêncio.
Um dos exercícios do Budismo é ouvir os sinos e sentir os sinos para ter a sensação da vacuidade – da existência interdependente.
Dar um tempo é meditar, dirigir a mente para a calma.
Cada um no seu tempo e todos no mesmo tempo.
Dar um tempo é arriscar viver coisas novas e transgredir a mesmice.
Acreditando nessa filosofia, um grupo de amigos, aqui em Santos, dá inicio em julho a um projeto chamado “Dá um tempo”.
A proposta desse projeto é unir através de eventos culturais, interessados em vivenciar essa sensação de, por um tempo, desacelerar nosso ritmo de vida contemporâneo, e recuperar a sanidade.
Utilizando vertentes suaves da música eletrônica, exposições e intervenções artísticas, um ambiente favorável ao bem estar convidará os participantes a acalmar a mente e avaliar novos caminhos.
A intenção é estimular a união de forças, dando abertura para discussões de temas e a construção de projetos que visem à melhoria da qualidade de vida em diversos âmbitos das necessidades humanas.
Em breve estará disponível o blog do projeto. Por enquanto, quem tiver interesse em participar dos eventos, colaborar com idéias e trabalhos ou receber informações adicionais entre em contato através do e-mail projeto.daumtempo@gmail.com
O farol tem o amarelo.
O técnico pede um tempo para reorientar a equipe.
Entre a inspiração e a expiração há uma leve parada.
O sono é a parada entre os dias.
A própria vida é um intervalo na existência.
O intervalo do silêncio faz parte da música.
As férias são a parada entre as atividades.
Dar um tempo faz parte faz parte da sanidade. Porque é o momento de tomar fôlego novo, acalmar, retomar a motivação e avaliar o caminho.
Na pressa de enriquecer e de chegar primeiro, de preencher a carência e a solidão, na busca por um sentido e uma explicação .... As paradas no tempo ficam pra depois.
Depois quando?
Dar um tempo pra si e para respeitar o movimento do outro faz parte da “viagem”.
Dar um tempo pra não fazer nada e se ouvir, ouvir a natureza, os barulhos da cidade, ouvir o silêncio.
Um dos exercícios do Budismo é ouvir os sinos e sentir os sinos para ter a sensação da vacuidade – da existência interdependente.
Dar um tempo é meditar, dirigir a mente para a calma.
Cada um no seu tempo e todos no mesmo tempo.
Dar um tempo é arriscar viver coisas novas e transgredir a mesmice.
Acreditando nessa filosofia, um grupo de amigos, aqui em Santos, dá inicio em julho a um projeto chamado “Dá um tempo”.
A proposta desse projeto é unir através de eventos culturais, interessados em vivenciar essa sensação de, por um tempo, desacelerar nosso ritmo de vida contemporâneo, e recuperar a sanidade.
Utilizando vertentes suaves da música eletrônica, exposições e intervenções artísticas, um ambiente favorável ao bem estar convidará os participantes a acalmar a mente e avaliar novos caminhos.
A intenção é estimular a união de forças, dando abertura para discussões de temas e a construção de projetos que visem à melhoria da qualidade de vida em diversos âmbitos das necessidades humanas.
Em breve estará disponível o blog do projeto. Por enquanto, quem tiver interesse em participar dos eventos, colaborar com idéias e trabalhos ou receber informações adicionais entre em contato através do e-mail projeto.daumtempo@gmail.com
sábado, 15 de maio de 2010
O poder dos medos
O Poder dos medos
Os medos nascem com os sustos: na primeira vez que o elevador parou no meio do caminho aconteceu um susto e então...
é possível que
a cada nova “viagem” de elevador surja o medo de uma nova parada imprevista. Esse medo pode se transformar num medinho,
num pânico ou se diluir.
Às vezes cultivamos medos a partir de experiências de outras pessoas, ou seja, quase uma loucura: se assustar
com o susto do outro!!!!!!
Sentir medo é natural e humano; quem não sente medo ou está mentindo ou é doente. A pessoa sem medo pode ser até perigosa
porque perdeu a empatia e a previsão das consequências.
O medo faz parte da responsabilidade.
O medo é sempre de um fracasso e da punição por esse fracasso.
Sentimos mais ou menos medo e.... tudo bem sentir medo.
Medo de perder o controle
Medo de passar a vitória para o dasafeto
Medo das raivas e culpas
Medo da liberdade
Medo da responsabilidade
Medo da opinião dos outros
Medo da solidão
Medo do abandono
Medo da morte, da velhice e da doença
Medo das dúvidas
Medo do inesperado
Etc
Etc
Etc
O que atrapalha é permitir que os medos tenham tanto poder que boicotem as oportunidades de ter alegria e descobrir
novas possibilidades evitando mudanças, descobertas, desafios .
Os medos são armadilhas desconcertantes mas também podem ser Mestres para ensinar a valentia e incentivar a agir.
Para iniciar a virada:
Relembrar os momentos de vitórias e superações ajuda a não ter medo de sentir medo.
Enfrente o medo; e se não der certo é só recomeçar de outra forma: não estamos num tribunal, num palanque, num pódio -
estamos num treinamento e enganar-se faz parte de aprender.
Enquanto você tenta enfrentar teus medos você apóia também o esforço dos outros a enfrentar seus medos.
Com os medos “domados” somos mais confiantes e amigos.
Não permita que os medos destruam a possibilidade dos sucessos.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Os medos nascem com os sustos: na primeira vez que o elevador parou no meio do caminho aconteceu um susto e então...
é possível que
a cada nova “viagem” de elevador surja o medo de uma nova parada imprevista. Esse medo pode se transformar num medinho,
num pânico ou se diluir.
Às vezes cultivamos medos a partir de experiências de outras pessoas, ou seja, quase uma loucura: se assustar
com o susto do outro!!!!!!
Sentir medo é natural e humano; quem não sente medo ou está mentindo ou é doente. A pessoa sem medo pode ser até perigosa
porque perdeu a empatia e a previsão das consequências.
O medo faz parte da responsabilidade.
O medo é sempre de um fracasso e da punição por esse fracasso.
Sentimos mais ou menos medo e.... tudo bem sentir medo.
Medo de perder o controle
Medo de passar a vitória para o dasafeto
Medo das raivas e culpas
Medo da liberdade
Medo da responsabilidade
Medo da opinião dos outros
Medo da solidão
Medo do abandono
Medo da morte, da velhice e da doença
Medo das dúvidas
Medo do inesperado
Etc
Etc
Etc
O que atrapalha é permitir que os medos tenham tanto poder que boicotem as oportunidades de ter alegria e descobrir
novas possibilidades evitando mudanças, descobertas, desafios .
Os medos são armadilhas desconcertantes mas também podem ser Mestres para ensinar a valentia e incentivar a agir.
Para iniciar a virada:
Relembrar os momentos de vitórias e superações ajuda a não ter medo de sentir medo.
Enfrente o medo; e se não der certo é só recomeçar de outra forma: não estamos num tribunal, num palanque, num pódio -
estamos num treinamento e enganar-se faz parte de aprender.
Enquanto você tenta enfrentar teus medos você apóia também o esforço dos outros a enfrentar seus medos.
Com os medos “domados” somos mais confiantes e amigos.
Não permita que os medos destruam a possibilidade dos sucessos.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Quem é o vulnerável ?
Em situações de desafio a nossa humanidade oferece paralelamente a terrível sensação de ser perigosamente vulnerável;
Essa sensação surge principalmente quando nos defrontamos com as traições da vida: na morte, numa doença , nas perdas,
nos fracassos,num acidente
- com você ou com outros.
Ao mesmo tempo percebemos como somos frágeis e transitórios; mas isso é inevitável e mais antigo que a vida !!!!
Numa atitude positiva como se livrar dessa sensação de inutilidade e fraqueza ?
A chave para não cair nessa armadilha depressiva é fazer parceria com a realidade, abandonar o papel da vítima e viver o momento presente coerentemente .
É possível que essa atitude dê mais sentido à vida.
Quando você reconhece tua vulnerabilidade automaticamente você se torna forte.
Como será quer isso acontece?
É porque no ato de reconhecer a vulnerabilidade e encarar focadamente a situação que foi responsável pela situação
você se distancia e se torna o observador e olha para a coisa observada.
O drama diminui porque você reserva um lugar limitado para a decepção e os lugares dos sucessos ficam preservados.
Esse exercício devolve o poder pessoal e renova a força para compreender e aprender com o que aconteceu - na medida certa.
O papel da vítima é uma das atitudes que mais fragiliza porque a culpa vai recair nos outros, na vida, no governo, no destino etc.
A vítima é fraca, vulnerável porque coloca sua vida nas mãos das decisões alheias.
Para perceber o que é real, qual o tamanho real das situações, “fotografe” e descreva o que está aparecendo na situação;
o que precisar de interpretação nos balões será simplesmente uma percepção afetiva e pessoal e não exatamente a realidade.
As tentativas de largar o papel da vítima e ficar na realidade objetiva retiram o drama e as dificuldades ficam no seu devido tamanho sem minar o poder interno ....serão só mais um evento triste da vida.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Essa sensação surge principalmente quando nos defrontamos com as traições da vida: na morte, numa doença , nas perdas,
nos fracassos,num acidente
- com você ou com outros.
Ao mesmo tempo percebemos como somos frágeis e transitórios; mas isso é inevitável e mais antigo que a vida !!!!
Numa atitude positiva como se livrar dessa sensação de inutilidade e fraqueza ?
A chave para não cair nessa armadilha depressiva é fazer parceria com a realidade, abandonar o papel da vítima e viver o momento presente coerentemente .
É possível que essa atitude dê mais sentido à vida.
Quando você reconhece tua vulnerabilidade automaticamente você se torna forte.
Como será quer isso acontece?
É porque no ato de reconhecer a vulnerabilidade e encarar focadamente a situação que foi responsável pela situação
você se distancia e se torna o observador e olha para a coisa observada.
O drama diminui porque você reserva um lugar limitado para a decepção e os lugares dos sucessos ficam preservados.
Esse exercício devolve o poder pessoal e renova a força para compreender e aprender com o que aconteceu - na medida certa.
O papel da vítima é uma das atitudes que mais fragiliza porque a culpa vai recair nos outros, na vida, no governo, no destino etc.
A vítima é fraca, vulnerável porque coloca sua vida nas mãos das decisões alheias.
Para perceber o que é real, qual o tamanho real das situações, “fotografe” e descreva o que está aparecendo na situação;
o que precisar de interpretação nos balões será simplesmente uma percepção afetiva e pessoal e não exatamente a realidade.
As tentativas de largar o papel da vítima e ficar na realidade objetiva retiram o drama e as dificuldades ficam no seu devido tamanho sem minar o poder interno ....serão só mais um evento triste da vida.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
quinta-feira, 8 de abril de 2010
É preciso esforço, muito esforço...
...“ 2 ratinhos que não sabiam nadar, atraídos pelo perfume da nata do leite fervido caíram na panela. O mais lerdinho e folgado, cansou logo e bau-bau...naufragou e se afogou. O ratinho mais agitado, não parou de se debater e se debateu tanto e tanto que fez a nata se transformar em manteiga e conseguiu pular fora da panela.”
Descobrir onde termina a calma e começa a preguiça é uma sabedoria.
A vida que vale à pena ser vivida é a vida colorida; e ela se constrói com muito movimento – o movimento, as escolhas fazem a diferença.
Hora da saudade mas com idéias sempre atuais:
Na música cantada pela Maysa chega um recado: meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar.
Na música cantada pelo Jair Rodrigues chega um alerta: levanta, sacode a poeira e dá volta por cima.
Viver de forma significativa dá trabalho e requer determinação e esforço, muito esforço= como uma dança.
O esforço correto pode cansar, mas não dói; quando dói é porque está sendo realizado com rigidez ou de forma inadequada ou no tempo errado.
Ajuda ,quando canso, reconhecer que a cada dia estou mais perto da solução .
E assim se fazem as vitórias, com esforço e merecem nosso orgulho divino.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Descobrir onde termina a calma e começa a preguiça é uma sabedoria.
A vida que vale à pena ser vivida é a vida colorida; e ela se constrói com muito movimento – o movimento, as escolhas fazem a diferença.
Hora da saudade mas com idéias sempre atuais:
Na música cantada pela Maysa chega um recado: meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar.
Na música cantada pelo Jair Rodrigues chega um alerta: levanta, sacode a poeira e dá volta por cima.
Viver de forma significativa dá trabalho e requer determinação e esforço, muito esforço= como uma dança.
O esforço correto pode cansar, mas não dói; quando dói é porque está sendo realizado com rigidez ou de forma inadequada ou no tempo errado.
Ajuda ,quando canso, reconhecer que a cada dia estou mais perto da solução .
E assim se fazem as vitórias, com esforço e merecem nosso orgulho divino.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
quarta-feira, 31 de março de 2010
Mania de perfeição
Perfeição é a mãe das neuroses.
Onde será que aprendemos que o objetivo é a perfeição?
......................................................
De exigência do pai ? da expectativa da mãe? Ou da obrigação das outras autoridades responsáveis pela nossa formação?
.........................................................
Tudo começou com um professor de Ioga alertando para o reconhecimento de que a mania de perfeição é terrorismo que fazemos com quem convivemos e conosco mesmo.
Mania de perfeição é muiiiiiiiiiiiito chato!
E eu que pensava que era uma qualidade?
?????????????
Segundo passo (desista de procurar os culpados, é uma brincadeira inútil): o que está por trás dessa mania? o que você sente quando a necessidade da arrumação, da ordenação hipnotiza?
Em que circunstância esse hipnotismo acontece?na casa, nas roupas, com os funcionários, nas viagens, nos afetos,nos remédios, no trabalho, com a limpeza, com os animais,na alimentação e outras, inclusive nos desafetos.
Mania de perfeição é um vício como outro qualquer.
Os vícios são mecanismos de sobrevivência para conviver com os medos; medo de avaliação, medo da solidão, medo da punição, medo de abandonar crenças, medo das mudanças,ou seja, MEDO DO VAZIO. Medo de perder, per o que?
Parece que enquanto estamos lutando pela perfeição estamos conquistando importância e a garantia do lugar.
NÃO, isso é mais uma ilusão.
Estamos simplesmente nos escravizando e escravizando tudo em volta.
Para se sentir a liberdade é preciso desistir da utopia da perfeição e reconhecer que a imperfeição faz parte e que tudo bem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tentar agir corretamente, com ordem e com respeito está longe dessa utopia de perfeição e é muito mais razoável, mais pacífico e mais amoroso.
A chave é:
ativar a valentia e abandonar o medo de ter medo de perder.
Pegue um pouco mais leve, fica bem mais fácil!
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Onde será que aprendemos que o objetivo é a perfeição?
......................................................
De exigência do pai ? da expectativa da mãe? Ou da obrigação das outras autoridades responsáveis pela nossa formação?
.........................................................
Tudo começou com um professor de Ioga alertando para o reconhecimento de que a mania de perfeição é terrorismo que fazemos com quem convivemos e conosco mesmo.
Mania de perfeição é muiiiiiiiiiiiito chato!
E eu que pensava que era uma qualidade?
?????????????
Segundo passo (desista de procurar os culpados, é uma brincadeira inútil): o que está por trás dessa mania? o que você sente quando a necessidade da arrumação, da ordenação hipnotiza?
Em que circunstância esse hipnotismo acontece?na casa, nas roupas, com os funcionários, nas viagens, nos afetos,nos remédios, no trabalho, com a limpeza, com os animais,na alimentação e outras, inclusive nos desafetos.
Mania de perfeição é um vício como outro qualquer.
Os vícios são mecanismos de sobrevivência para conviver com os medos; medo de avaliação, medo da solidão, medo da punição, medo de abandonar crenças, medo das mudanças,ou seja, MEDO DO VAZIO. Medo de perder, per o que?
Parece que enquanto estamos lutando pela perfeição estamos conquistando importância e a garantia do lugar.
NÃO, isso é mais uma ilusão.
Estamos simplesmente nos escravizando e escravizando tudo em volta.
Para se sentir a liberdade é preciso desistir da utopia da perfeição e reconhecer que a imperfeição faz parte e que tudo bem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tentar agir corretamente, com ordem e com respeito está longe dessa utopia de perfeição e é muito mais razoável, mais pacífico e mais amoroso.
A chave é:
ativar a valentia e abandonar o medo de ter medo de perder.
Pegue um pouco mais leve, fica bem mais fácil!
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
quinta-feira, 25 de março de 2010
Os pequenos poderes
O mal humor do atendente no Banco.
O nariz empinado do bilheteiro(a) no teatro.
O guarda arrogante.
O zelador distante.
O síndico autoritário.
O faxineiro negligente com ares de comandante.
O garçon que larga o cardápio e a travessa na mesa.
O espectador do show que acredita no direito da falar mais alto que o artista.
O vizinho insone que compartilha o som da TV com a redondeza.
A professora egoísta especialista em notas baixas, gestos bruscos e outras grosserias.
A diretora da escola orgulhosamente corrupta.
O médico lacônico e frio.
O advogado desleal que defende torturadores.
O ciclista especialista em andar na contra mão.
Os engenheiros que, por economia, acabam com a segurança.
O recepcionista invejoso e fofoqueiro do chefe.
A recepcionista do escritório, do hospital, do Centro espiritualista ou da escola que dá falsas ou deformadas informações.
Pais regredidos que abandonam filhos pelo seu prazer autoritário e por suas preferências.
O marido que ameaça ou bate.
A esposa que acredita que engana.
Os mentirosos sorridentes.
Os culpados impassíveis.
Aquele que transgride e divulga orgulhosamente sua transgressão.
A porta que estoura.
O irmão preconceituoso que separa bons dos maus, meus dos teus.
O irresponsável oportunista que descansa na preguiça.
O conhecido que se regozija pelo trote.
O vetereno que bebe com o dinheiro do calouro machucado.
O justiceiro com o tapa-olho de suas crenças absolutas.
A credencial poderosa do intimidador.
O político eleito que luta incansávelmente e na cara de pau por suas próprias causas, seus parentes e seu patrimônio.
O pefeccionista que grita no terrorismo de suas manias.
O conspirador que anuncia diariamente a ameaça de mais uma tragédia.
O ameaçador que dramaticamente impõe seus medos.
O controlador ambiciosa que desconsidera seu amante.
O traficante que suborna.
O filósofo que vende obsessivamente sua ideologia.
.......e tantas outras prepotências especialistas em tentar impressionar .
Agressões do dia-a-dia.
Pequenos poderes.
Pobres poderes do auto-engano.
Pequenos poderes, medíocres poderes..... semelhantes aos do decadente, exilado e solitário Napoleão no ostracismo da ilha de Elba,
obrigando as pessoas o chamarem por Imperador – cargo que, em sua alienação, ele próprio se outorgara e se coroara.
Fazemos o mesmo triste papel quando incorporamos nos nossos pequenos poderes. E incorporamos vários!!!!!!!!!!!!
Honestamente: em que situação eles aparecem ?
Só o autconhecimento permite rever para não fazer mais uma ridícula figura exercendo um pequeno poder.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
O nariz empinado do bilheteiro(a) no teatro.
O guarda arrogante.
O zelador distante.
O síndico autoritário.
O faxineiro negligente com ares de comandante.
O garçon que larga o cardápio e a travessa na mesa.
O espectador do show que acredita no direito da falar mais alto que o artista.
O vizinho insone que compartilha o som da TV com a redondeza.
A professora egoísta especialista em notas baixas, gestos bruscos e outras grosserias.
A diretora da escola orgulhosamente corrupta.
O médico lacônico e frio.
O advogado desleal que defende torturadores.
O ciclista especialista em andar na contra mão.
Os engenheiros que, por economia, acabam com a segurança.
O recepcionista invejoso e fofoqueiro do chefe.
A recepcionista do escritório, do hospital, do Centro espiritualista ou da escola que dá falsas ou deformadas informações.
Pais regredidos que abandonam filhos pelo seu prazer autoritário e por suas preferências.
O marido que ameaça ou bate.
A esposa que acredita que engana.
Os mentirosos sorridentes.
Os culpados impassíveis.
Aquele que transgride e divulga orgulhosamente sua transgressão.
A porta que estoura.
O irmão preconceituoso que separa bons dos maus, meus dos teus.
O irresponsável oportunista que descansa na preguiça.
O conhecido que se regozija pelo trote.
O vetereno que bebe com o dinheiro do calouro machucado.
O justiceiro com o tapa-olho de suas crenças absolutas.
A credencial poderosa do intimidador.
O político eleito que luta incansávelmente e na cara de pau por suas próprias causas, seus parentes e seu patrimônio.
O pefeccionista que grita no terrorismo de suas manias.
O conspirador que anuncia diariamente a ameaça de mais uma tragédia.
O ameaçador que dramaticamente impõe seus medos.
O controlador ambiciosa que desconsidera seu amante.
O traficante que suborna.
O filósofo que vende obsessivamente sua ideologia.
.......e tantas outras prepotências especialistas em tentar impressionar .
Agressões do dia-a-dia.
Pequenos poderes.
Pobres poderes do auto-engano.
Pequenos poderes, medíocres poderes..... semelhantes aos do decadente, exilado e solitário Napoleão no ostracismo da ilha de Elba,
obrigando as pessoas o chamarem por Imperador – cargo que, em sua alienação, ele próprio se outorgara e se coroara.
Fazemos o mesmo triste papel quando incorporamos nos nossos pequenos poderes. E incorporamos vários!!!!!!!!!!!!
Honestamente: em que situação eles aparecem ?
Só o autconhecimento permite rever para não fazer mais uma ridícula figura exercendo um pequeno poder.
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
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