Assim eu ouvi.....:
Em Setembro de 2011 está prevista mais uma visita de SS Dalai Lama ao Brasil.
Assim que tiver mais dados vou repassar para que possamos nos organizar afim de receber os ensinamentos.
Aproveitando essa motivação montei um novo projeto para realizar durante os próximos meses:
NOVO CICLO DE CAMINHOS BUDISTAS EM 30 PASSOS
Encontros semanais de roda de estudos ( 2 horas ) – Quartas-feiras , 19h
Segundas – feiras, 16h30 (novo horário)
Vagas limitadas
Via e-mail : síntese do tema da semana e do texto lido.
Atendimento individual via e-mail para duvidas.
Objetivo: investigar a utilidade nos dias de hoje de usar o tempo para estudar o Budismo.
Fundamentos da Filosofia Budista entremeados por textos de Mestres Budistas para aplicação no dia-a-dia.
Leituras, exposição, comentários, reflexão e prática sobre como despertar atitudes budistas, encontrar soluções e transformar hábitos indesejáveis.
Programa, o título dos textos está entre aspas:
*Objetivos do Budismo – a Libertação “Vivendo o Buda”
“Sobre chão e nuvens”
*4 nobres verdades - Caminho óctuplo -6 perfeições “Quando ser feliz é saber não sofrer desnecessariamente”
“Um caminho Simples”
“As múltiplas faces do amor”
“O cultivo da Bodicita, a mente da iluminação”
“Budismo e relacionamentos”
*5 aflições – apegos – posse “Desejar sim, apegar-se jamais”
“Surangama Sutra”
“O leão do lago”
“O que é o medo?”
“Métodos anti-raiva”
“Quem não conhece a desagradável sensação de estar irritado?”
“Como gerar energia de uma frustração”
“ A natureza da preguiça”
“Coragem: como ir além da esperança e do medo”
“Ter coragem para seguir em frente”
*Métodos “O caminho da Felicidade”
“Sorvete de chocolate e lixo”
*Meditações “Mergulho no infinito”
*Mantras “Aquele que ouve os sons do mundo”
“Mãe de todos os Budas”
“Embusca de Sabedoria”
*3 Joias “Seguindo o Mestre Espiritual”
*Roda da vida – 3 animais, 6 reinos, 12 elos
6 sabedorias
“A roda da vida”
“Modelos sociais refletem as estruturas internas”
“Aliança do humanos, deuses e semi-deuses”
*Formação do ser – Karma “Princípios da Medicina Tibetana “
*Impermanência “Uma ampla visão sobre a morte”
“Morrer em paz: as necessidades espirituais diante da morte”
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
domingo, 26 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
qual a resposta? boas festas e leveza
As festas de final de ano trazem junto a curiosidade de encontrar novas respostas para antigas questões.
As festas de final de ano trazem curiosidade pelas novas questões que surgirão.
As festas de final de ano trazem gratidão por mais um período conquistado.
As festas de final de ano trazem a nostalgia pelo final de histórias alegres.
As festas de final de ano trazem o alívio pelo encerramento de capítulos estressantes.
Assim é e assim será sempre.
Então...a sugestão é: Viver as fases da vida com leveza
“Colorir menos os quadros da vida”
Dramatizar menos
Divertir-se com as alegrias
Nutrir paciência nas contrariedades
Porque afinal.... tudo se transforma a cada instante.
TUDO É NOVO A CADA INSTANTE !!!!!!!!!!!!
DESCUBRA UMA CHANCE NOVA A CADA DIA PARA SUA VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
BOAS FESTAS E ATÉ O PRÓXIMO ANO E ...... COM NOVIDADES !
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
As festas de final de ano trazem curiosidade pelas novas questões que surgirão.
As festas de final de ano trazem gratidão por mais um período conquistado.
As festas de final de ano trazem a nostalgia pelo final de histórias alegres.
As festas de final de ano trazem o alívio pelo encerramento de capítulos estressantes.
Assim é e assim será sempre.
Então...a sugestão é: Viver as fases da vida com leveza
“Colorir menos os quadros da vida”
Dramatizar menos
Divertir-se com as alegrias
Nutrir paciência nas contrariedades
Porque afinal.... tudo se transforma a cada instante.
TUDO É NOVO A CADA INSTANTE !!!!!!!!!!!!
DESCUBRA UMA CHANCE NOVA A CADA DIA PARA SUA VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
BOAS FESTAS E ATÉ O PRÓXIMO ANO E ...... COM NOVIDADES !
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
domingo, 12 de dezembro de 2010
A VÌTIMA
Você conhece ou convive com alguém que se queixa o tempo todo? Que reclama direto ?
Alguém que está sempre procurando culpados ou que sempre explica seus desastres
com a culpa dos outros?
Alguém que está sempre interessado em comentar suas dificuldades e problemas.
Alguém que o tema é : como essa vida é difícil!!!!!
Alguém que sempre reclama que está sozinha ou
Que está sempre muiiiiiito ocupada!
Com muito trabalho, correndo muito, para quem o transito é sempre complicado ou
que não dá tempo pra nada!
Alguém que acredita que o stress a persegue!
Alguém para que a vida parece injusta, para quem a sorte chega raramente.
Bem....às vezes essa pessoa pode ser até a gente mesmo.
Essa pessoa é a conhecida VÍTIMA.
A VÍTIMA é aquela pessoa que tem pouca tolerância à contrariedade.
A VÍTIMA espera ,com seu padrão de comportamento, sempre tirar vantagens – ou tem essa expectativa.
Seu dedo está sempre apontando para fora.
Comumente relembra as mágoas de sua infância e do passado.
Guarda com cuidado tudo de mal que lhe fizeram e não economiza suas anotações para tentar recuperar poder.
Está sempre na defensiva e se justificando.
Na verdade a VÍTIMA é profundamente oportunista e manipuladora.
A VÌTIMA é a coitadinha = a que sofreu o coito.......epa?????
Encontramos esse personagem em varias situações e tempos, mas ele também pode aparecer em nós
nos momentos de crise, quando nos sentimos ameaçados ou inseguros.
A forma mais perigosa de lidar com essa fraude é sentir pena e fazer-lhe as vontades.
Não importa se a VÌTIMA é o outro ou é você, não atenda suas reivindicações, não aceite ameaças.
A VÌTIMA é mimada e preguiçosa, provocadora, até doenças, fracassos e suicídio pode anunciar.
A forma inteligente de lidar com essa “peça” é:
não sentir medo dela
olhar o quadro através da ironia bondosa
o bom humor é a ferramenta ideal para tirar o “ibope” dos seus dramas e ajuda a desmascarar.
Mas.... antes de tudo, perceba que a VÌTIMA não está num momento amigo, confiante, alegre e descomplicado .
A VÌTIMA está assim porque está angustiada.
Isso vale para quem é rabugento, para quem é briguento, para quem é mal-educado, para quem é egoísta,
para quem é mentiroso, para quem é prepotente, para quem é fingido, para quem é facilmente magoável etc.etc.etc.etc.
Então... o melhor caminho é a paciência e o bom senso que às vezes, a melhor solução é mesmo o afastamento.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Alguém que está sempre procurando culpados ou que sempre explica seus desastres
com a culpa dos outros?
Alguém que está sempre interessado em comentar suas dificuldades e problemas.
Alguém que o tema é : como essa vida é difícil!!!!!
Alguém que sempre reclama que está sozinha ou
Que está sempre muiiiiiito ocupada!
Com muito trabalho, correndo muito, para quem o transito é sempre complicado ou
que não dá tempo pra nada!
Alguém que acredita que o stress a persegue!
Alguém para que a vida parece injusta, para quem a sorte chega raramente.
Bem....às vezes essa pessoa pode ser até a gente mesmo.
Essa pessoa é a conhecida VÍTIMA.
A VÍTIMA é aquela pessoa que tem pouca tolerância à contrariedade.
A VÍTIMA espera ,com seu padrão de comportamento, sempre tirar vantagens – ou tem essa expectativa.
Seu dedo está sempre apontando para fora.
Comumente relembra as mágoas de sua infância e do passado.
Guarda com cuidado tudo de mal que lhe fizeram e não economiza suas anotações para tentar recuperar poder.
Está sempre na defensiva e se justificando.
Na verdade a VÍTIMA é profundamente oportunista e manipuladora.
A VÌTIMA é a coitadinha = a que sofreu o coito.......epa?????
Encontramos esse personagem em varias situações e tempos, mas ele também pode aparecer em nós
nos momentos de crise, quando nos sentimos ameaçados ou inseguros.
A forma mais perigosa de lidar com essa fraude é sentir pena e fazer-lhe as vontades.
Não importa se a VÌTIMA é o outro ou é você, não atenda suas reivindicações, não aceite ameaças.
A VÌTIMA é mimada e preguiçosa, provocadora, até doenças, fracassos e suicídio pode anunciar.
A forma inteligente de lidar com essa “peça” é:
não sentir medo dela
olhar o quadro através da ironia bondosa
o bom humor é a ferramenta ideal para tirar o “ibope” dos seus dramas e ajuda a desmascarar.
Mas.... antes de tudo, perceba que a VÌTIMA não está num momento amigo, confiante, alegre e descomplicado .
A VÌTIMA está assim porque está angustiada.
Isso vale para quem é rabugento, para quem é briguento, para quem é mal-educado, para quem é egoísta,
para quem é mentiroso, para quem é prepotente, para quem é fingido, para quem é facilmente magoável etc.etc.etc.etc.
Então... o melhor caminho é a paciência e o bom senso que às vezes, a melhor solução é mesmo o afastamento.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
sábado, 4 de dezembro de 2010
Adeus às ilusões????
O filme recente de Woody Allan “Você vai conhecer o homem dos seus sonhos” é uma boa aula sobre
auto-engano.
Filme imperdível e inteligente para quem está interessado em desvendar os mistérios das relações.
Auto- engano são as ilusões que aparentemente ajudam a viver.
São ilusões baseadas nos personagens com os quais acreditamos convencer o mundo e a nós mesmos sobre o sucesso dos nossos sonhos.
A princípio esses sonhos parecem aliviar nossas limitações. Como diz meu irmão:”acreditar que as vacas um dia vão conseguir voar”
Na verdade ,na sua maioria, são falsas explicações. São hipóteses que nos ajudam a conviver com as limitações.
Sabe aquele ridículo que enxergamos nos outros - “como pode? Será que ela (ou ele) não se enxerga?:
O mito da eterna juventude.
A profissão medíocre fantasiada.
Os planos sempre adiados para não correr o risco de fracassar.
A crença nas previsões fraudulentas e oportunistas.
Os impostores que vão convencendo os inseguros,carentes e ansiosos.
A prostituta que pode se converter em esposa caseira.
Os grandes amores idealizados.
As expectativas super-super.
Os roubos intelectuais.
E aí , me pergunto: onde é que mora os meus auto-enganos?
Como eles estão disfarçados?
Ai...! que medo deles.
São terroristas que me escondem a verdade e vão armar armadilhas.
Serão os responsáveis pelas frustrações; é bom desmacara-los enquanto há tempo.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
auto-engano.
Filme imperdível e inteligente para quem está interessado em desvendar os mistérios das relações.
Auto- engano são as ilusões que aparentemente ajudam a viver.
São ilusões baseadas nos personagens com os quais acreditamos convencer o mundo e a nós mesmos sobre o sucesso dos nossos sonhos.
A princípio esses sonhos parecem aliviar nossas limitações. Como diz meu irmão:”acreditar que as vacas um dia vão conseguir voar”
Na verdade ,na sua maioria, são falsas explicações. São hipóteses que nos ajudam a conviver com as limitações.
Sabe aquele ridículo que enxergamos nos outros - “como pode? Será que ela (ou ele) não se enxerga?:
O mito da eterna juventude.
A profissão medíocre fantasiada.
Os planos sempre adiados para não correr o risco de fracassar.
A crença nas previsões fraudulentas e oportunistas.
Os impostores que vão convencendo os inseguros,carentes e ansiosos.
A prostituta que pode se converter em esposa caseira.
Os grandes amores idealizados.
As expectativas super-super.
Os roubos intelectuais.
E aí , me pergunto: onde é que mora os meus auto-enganos?
Como eles estão disfarçados?
Ai...! que medo deles.
São terroristas que me escondem a verdade e vão armar armadilhas.
Serão os responsáveis pelas frustrações; é bom desmacara-los enquanto há tempo.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
domingo, 28 de novembro de 2010
o preço do segredo
Você já teve algum segredo?
E hoje? você ainda guarda algum segredo? Isso é teu ou de outra pessoa?
E qual a verdadeira finalidade de segurar essa informação?
Comumente os segredos são uma forma de proteção contra um sofrimento supostamente possível.
Na maior parte das vezes manter um segredo é pesado e incomodo porque é preciso cuidado especial para não se trair.
SS Dalai Lama costuma alertar: “ se for segredo não me conte porque vou falar
Ninguém merece ser enganado”.
Quando guardamos um segredo , pessoal ou de outros, estamos tentando poupar algo que acreditamos desastroso; seja um sofrimento pessoal, o sofrimento de alguém ou dissolução de uma crença ou opinião importante.
A verdadeira motivação por trás do segredo é ocultar informações para manipular a atitude dos outros, não é assim?!
Segredos fazem parte dos tipos de mentira.
Mentira é toda a atitude que tenta confundir os outros: omissão, deformação, manipulação, sedução,demagogia, exagero, vaidade, perfeccionismo, suspense, “recortes” no relato das histórias, preferências, segredos etc
.
A função da mentira é confundir a opinião para que os outros ajam exatamente como queremos; ou pelo menos é uma tentativa.
O medo do que possa acontecer é a mola principal dos segredos.
Medo de perder a importância, de não agradar; ou a vontade de ser mais importante, mais agradável.
No entanto lidar com a verdade é uma Arte e é diferente de ser cruel.
Ser verdadeiro é diferente de ser grosseiro; muitas vezes o que acreditamos ser verdade é
simplesmente uma preferência pessoal, uma opinião e é sempre só uma parte da história.
A questão costuma ser como, quando e com quem falar.
A verdade pode ser o caminho mais difícil mas é o único caminho que organiza.
e... que alívio quando não é preciso mais esconder !!!!!
A mentira escraviza.
A verdade liberta.
“faça em você a mudança que deseja para o mundo”, dizia Gandhi .
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
E hoje? você ainda guarda algum segredo? Isso é teu ou de outra pessoa?
E qual a verdadeira finalidade de segurar essa informação?
Comumente os segredos são uma forma de proteção contra um sofrimento supostamente possível.
Na maior parte das vezes manter um segredo é pesado e incomodo porque é preciso cuidado especial para não se trair.
SS Dalai Lama costuma alertar: “ se for segredo não me conte porque vou falar
Ninguém merece ser enganado”.
Quando guardamos um segredo , pessoal ou de outros, estamos tentando poupar algo que acreditamos desastroso; seja um sofrimento pessoal, o sofrimento de alguém ou dissolução de uma crença ou opinião importante.
A verdadeira motivação por trás do segredo é ocultar informações para manipular a atitude dos outros, não é assim?!
Segredos fazem parte dos tipos de mentira.
Mentira é toda a atitude que tenta confundir os outros: omissão, deformação, manipulação, sedução,demagogia, exagero, vaidade, perfeccionismo, suspense, “recortes” no relato das histórias, preferências, segredos etc
.
A função da mentira é confundir a opinião para que os outros ajam exatamente como queremos; ou pelo menos é uma tentativa.
O medo do que possa acontecer é a mola principal dos segredos.
Medo de perder a importância, de não agradar; ou a vontade de ser mais importante, mais agradável.
No entanto lidar com a verdade é uma Arte e é diferente de ser cruel.
Ser verdadeiro é diferente de ser grosseiro; muitas vezes o que acreditamos ser verdade é
simplesmente uma preferência pessoal, uma opinião e é sempre só uma parte da história.
A questão costuma ser como, quando e com quem falar.
A verdade pode ser o caminho mais difícil mas é o único caminho que organiza.
e... que alívio quando não é preciso mais esconder !!!!!
A mentira escraviza.
A verdade liberta.
“faça em você a mudança que deseja para o mundo”, dizia Gandhi .
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
domingo, 21 de novembro de 2010
Consciência inconsciente
Durante suas palestras para a formação de Mestres , Phyllis Furumoto, psicóloga reconhecida como grã-Mestre do Reiki( escola Usui ShikiRyoho),
repassa o caminho das descobertas no caminho do auto-conhecimento.
Esse caminho é o caminho dos aprendizados na vida desde o nascimento e que vão proporcionando esclarecimento e mais conforto.
É um circuito que se repete a cada nova experiência e, manter esse ciclo que se expande a cada volta é sinal de inteligência.
Bem...esse deveria ser o caminho....para o entendimento das atitudes. Muitas vezes é mais cômodo parar na primeira etapa ou
acreditar em milagres, escolha que só adia a solução.
Na seqüência o circuito do conheimento:
inconsciência inconsciente (ignorância) –as ações são impulsivas atraídas por desejos imediatos ou instintos,
“eu quero, e pronto!” –
“não sei porque fiz isso”,
“não sei como isto aconteceu”
inconsciência consciente(pesquisa)– quando começamos a perceber a ignorância sobre nós mesmos e outros; quando a humildade fica nossa amiga.
“estou ouvindo e vendo só uma parte da história, aquela que interessa perceber”.
“só sei, que muito pouco sei”
“como será na verdade?”
Consciência consciente( falsa sabedoria): quando agimos com base só no que sabemos, na razão, no real, objetivamente.
“as escolhas têm que ser baseadas nas leis da ciência”
“intuição é engano”
“hoje o dinheiro é o deus ”
“importa é ser um vencedor”
“não faça papel de bobo, desconfie sempre”
Consciência inconsciente(coragem): quando conseguimos agir baseados na Fé, ou seja, na confiança que existe “algo” que funciona como uma teia
que une a tudo e a todos na história do Universo.
Um “Algo” que poderia ser uma mente sutil abrangente que promove a organização dos fenômenos.
“Algo” tão complexo e amplo que nossa mente ordinária nem consegue compreender, mas que
dá para ser sentido no nascimento de uma criança,
de um animal , de uma flor, na interdependência das histórias da natureza, no movimento dos astros, nas calamidades imprevisíveis,
nas descobertas .
Complexidade percebida pelos mistérios que envolvem o sentido do Universo.
Partindo da idéia que tudo está unido por essa teia “mágica”, idéia ensaiada pela teoria da rede de neutrinos e pela teoria das cordas,
o altruísmo é a forma mais razoável de convivência – a única forma de nutrir a rede e
não causar danos e interferências no conjunto e nortear as escolhas.
“ tudo está certo mesmo quando não compreendo o sentido”.
“a motivação altruísta é garantia do funcionamento da rede”
“aprender a fazer amizade com tudo”.
“todos, sem exceção, estamos tentando chegar na felicidade”
“na realidade, as fronteiras não existem, são só convenções”
“paciência sempre”
É assim que a consciência inconsciente se manifesta com bondade nas relações,
consciência guiada pelo afeto, pelo cuidado, pelo interesse e pela confiança.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
repassa o caminho das descobertas no caminho do auto-conhecimento.
Esse caminho é o caminho dos aprendizados na vida desde o nascimento e que vão proporcionando esclarecimento e mais conforto.
É um circuito que se repete a cada nova experiência e, manter esse ciclo que se expande a cada volta é sinal de inteligência.
Bem...esse deveria ser o caminho....para o entendimento das atitudes. Muitas vezes é mais cômodo parar na primeira etapa ou
acreditar em milagres, escolha que só adia a solução.
Na seqüência o circuito do conheimento:
inconsciência inconsciente (ignorância) –as ações são impulsivas atraídas por desejos imediatos ou instintos,
“eu quero, e pronto!” –
“não sei porque fiz isso”,
“não sei como isto aconteceu”
inconsciência consciente(pesquisa)– quando começamos a perceber a ignorância sobre nós mesmos e outros; quando a humildade fica nossa amiga.
“estou ouvindo e vendo só uma parte da história, aquela que interessa perceber”.
“só sei, que muito pouco sei”
“como será na verdade?”
Consciência consciente( falsa sabedoria): quando agimos com base só no que sabemos, na razão, no real, objetivamente.
“as escolhas têm que ser baseadas nas leis da ciência”
“intuição é engano”
“hoje o dinheiro é o deus ”
“importa é ser um vencedor”
“não faça papel de bobo, desconfie sempre”
Consciência inconsciente(coragem): quando conseguimos agir baseados na Fé, ou seja, na confiança que existe “algo” que funciona como uma teia
que une a tudo e a todos na história do Universo.
Um “Algo” que poderia ser uma mente sutil abrangente que promove a organização dos fenômenos.
“Algo” tão complexo e amplo que nossa mente ordinária nem consegue compreender, mas que
dá para ser sentido no nascimento de uma criança,
de um animal , de uma flor, na interdependência das histórias da natureza, no movimento dos astros, nas calamidades imprevisíveis,
nas descobertas .
Complexidade percebida pelos mistérios que envolvem o sentido do Universo.
Partindo da idéia que tudo está unido por essa teia “mágica”, idéia ensaiada pela teoria da rede de neutrinos e pela teoria das cordas,
o altruísmo é a forma mais razoável de convivência – a única forma de nutrir a rede e
não causar danos e interferências no conjunto e nortear as escolhas.
“ tudo está certo mesmo quando não compreendo o sentido”.
“a motivação altruísta é garantia do funcionamento da rede”
“aprender a fazer amizade com tudo”.
“todos, sem exceção, estamos tentando chegar na felicidade”
“na realidade, as fronteiras não existem, são só convenções”
“paciência sempre”
É assim que a consciência inconsciente se manifesta com bondade nas relações,
consciência guiada pelo afeto, pelo cuidado, pelo interesse e pela confiança.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
domingo, 14 de novembro de 2010
PARA ENTENDER A MENTE
Nesta última semana, Sogyal Rinpoche, esteve com sua simpatia e bom humor em varias comunidades que estudam a Filosofia Budista na tradição Tibetana.
Em São Paulo reviu o texto de seu livro “O Livro do viver e morrer” e mais uma vez falou, entre outros temas, sobre a natureza da mente.
O texto desta semana parte de suas considerações.
Se felicidade e sofrimento, conforto e desconforto, passa pelas percepções da mente o mais interessante é compreender como ela se comporta.
As preferências , antipatias, desejos, simpatias, bom e ruim, correto e incorreto, quente e frio, longe e perto, rápido e devagar etc– tudo está na mente de cada um,
as sensações acontecem internamente, individualmente.
Às vezes nossas escolhas coincidem com outras pessoas, às vezes não. Cada cultura tem suas crenças, cada família pensa do seu jeito.
Então.....os atributos não pertencem à realidade externa; cada um tem seu filtro e através dele julga a os acontecimentos da vida.
Entre os tibetanos a mente ordinária, chamada SEM, é aquela que sofre, que discrimina, que sente a vida como separada do observador.
Essa é a mente que quer vingança, justiça, que sente raiva, cheia de pressa e urgências, que é refém da força dos medos, que quer ser importante, que tem medo da solidão,
que fica aprisionada pelo horror da pobreza, que se esconde pela vergonha, que se submete aos caprichos dos vícios e dos pequenos tiranos.
A mente ordinária é a dona da tua autoestima, ela dita como você vai se sentir – amada ou desamada, manipulação que é conseguida
porque SEM se nutre das ondas das emoções e é presa aos condicionamentos.
“os mestre comparam SEM à chama de uma vela diante de uma porta aberta, vulnerável a todos os ventos circunstanciais.
SEM é vacilante, instável, ávida, e se envolve infinitamente com as coisas dos outros; sua energia se consome projetando-se para o exteriro...
Sua estabilidade é falsa..,. SEM é desconfiada, especialista em truques e em jogos de engano”.
E existe a mente RIGPA , oculta dentro da mente ordinária. É uma consciência primordial, pura, é o conhecimento do conhecimento.
Sabemos de sua existência pelos momentos de paz, liberdade infinita, estabilidade e lucidez que à vezes tocamos.
Aparentemente é impossível alcançar e viver nesse estado. Esse estado de contato com RIGPA é chamado de mente de Buda.
Um exemplo dado por Sogyal Rinpoche :
Imagine uma jarra vazia. O espaço de dentro é o mesmo que o espaço fora; apenas frágeis paredes da jarra separam um do outro.
Nossa mente búdica está encerrada dentro das paredes da mente comum. Quando nos tornamos iluminados,
é como se a jarra se quebrasse em pedaços. O espaço interno se funde imediatamente com o espaço externo.
Eles de tornam um só: neste momento percebemos que nunca estiveram separados, nem foram diferentes: na verdade, foram sempre o mesmo.
..............................................
Nossa verdadeira natureza pode ser comparada ao céu, e a confusão, a mente ordinária às nuvens. Alguns dias o céu está obscurecido
por elas: quando estamos no chão olhando para o alto, é muito difícil acreditar que haja alguma coisa além de nuvens. Mas é só estarmos num
avião para descobrir lá em cima. A extensão ilimitada do límpido céu azul. E, vistas de lá, as nuvens que pensávamos ser tudo parecem tão
pequenas e longínquas lá embaixo.....
Devemos sempre nos lembrar: as nuvens não são o céu, e não “pertencem” a ele...nem muito menos o maculam.
Nossa natureza búdica é semelhante ao céu – aberta, livre de limites, natural, simples, longe até do conceito de pureza e impureza.
Essa natureza tem ainda uma qualidade que o céu não poderia ter, a radiante clareza da consciência – presente, sensível e vazia,
desnuda e desperta.”
Nossa mente búdica, nossa consciência absoluta, está vivendo temporariamente dentro da nossa mente ordinária,
que está usando um corpo e vivendo a história desta vida.
Ouvir o tocar de sinos e sentir seu eco, se perder no azul de um céu sem nuvens, é um exercício de liberdade
para tocar nossa mente búdica, e perceber sua presença em nós.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
Em São Paulo reviu o texto de seu livro “O Livro do viver e morrer” e mais uma vez falou, entre outros temas, sobre a natureza da mente.
O texto desta semana parte de suas considerações.
Se felicidade e sofrimento, conforto e desconforto, passa pelas percepções da mente o mais interessante é compreender como ela se comporta.
As preferências , antipatias, desejos, simpatias, bom e ruim, correto e incorreto, quente e frio, longe e perto, rápido e devagar etc– tudo está na mente de cada um,
as sensações acontecem internamente, individualmente.
Às vezes nossas escolhas coincidem com outras pessoas, às vezes não. Cada cultura tem suas crenças, cada família pensa do seu jeito.
Então.....os atributos não pertencem à realidade externa; cada um tem seu filtro e através dele julga a os acontecimentos da vida.
Entre os tibetanos a mente ordinária, chamada SEM, é aquela que sofre, que discrimina, que sente a vida como separada do observador.
Essa é a mente que quer vingança, justiça, que sente raiva, cheia de pressa e urgências, que é refém da força dos medos, que quer ser importante, que tem medo da solidão,
que fica aprisionada pelo horror da pobreza, que se esconde pela vergonha, que se submete aos caprichos dos vícios e dos pequenos tiranos.
A mente ordinária é a dona da tua autoestima, ela dita como você vai se sentir – amada ou desamada, manipulação que é conseguida
porque SEM se nutre das ondas das emoções e é presa aos condicionamentos.
“os mestre comparam SEM à chama de uma vela diante de uma porta aberta, vulnerável a todos os ventos circunstanciais.
SEM é vacilante, instável, ávida, e se envolve infinitamente com as coisas dos outros; sua energia se consome projetando-se para o exteriro...
Sua estabilidade é falsa..,. SEM é desconfiada, especialista em truques e em jogos de engano”.
E existe a mente RIGPA , oculta dentro da mente ordinária. É uma consciência primordial, pura, é o conhecimento do conhecimento.
Sabemos de sua existência pelos momentos de paz, liberdade infinita, estabilidade e lucidez que à vezes tocamos.
Aparentemente é impossível alcançar e viver nesse estado. Esse estado de contato com RIGPA é chamado de mente de Buda.
Um exemplo dado por Sogyal Rinpoche :
Imagine uma jarra vazia. O espaço de dentro é o mesmo que o espaço fora; apenas frágeis paredes da jarra separam um do outro.
Nossa mente búdica está encerrada dentro das paredes da mente comum. Quando nos tornamos iluminados,
é como se a jarra se quebrasse em pedaços. O espaço interno se funde imediatamente com o espaço externo.
Eles de tornam um só: neste momento percebemos que nunca estiveram separados, nem foram diferentes: na verdade, foram sempre o mesmo.
..............................................
Nossa verdadeira natureza pode ser comparada ao céu, e a confusão, a mente ordinária às nuvens. Alguns dias o céu está obscurecido
por elas: quando estamos no chão olhando para o alto, é muito difícil acreditar que haja alguma coisa além de nuvens. Mas é só estarmos num
avião para descobrir lá em cima. A extensão ilimitada do límpido céu azul. E, vistas de lá, as nuvens que pensávamos ser tudo parecem tão
pequenas e longínquas lá embaixo.....
Devemos sempre nos lembrar: as nuvens não são o céu, e não “pertencem” a ele...nem muito menos o maculam.
Nossa natureza búdica é semelhante ao céu – aberta, livre de limites, natural, simples, longe até do conceito de pureza e impureza.
Essa natureza tem ainda uma qualidade que o céu não poderia ter, a radiante clareza da consciência – presente, sensível e vazia,
desnuda e desperta.”
Nossa mente búdica, nossa consciência absoluta, está vivendo temporariamente dentro da nossa mente ordinária,
que está usando um corpo e vivendo a história desta vida.
Ouvir o tocar de sinos e sentir seu eco, se perder no azul de um céu sem nuvens, é um exercício de liberdade
para tocar nossa mente búdica, e perceber sua presença em nós.
Somos os autores da nossa vida
Como sempre, depende principalmente do nosso esforço pessoal fazer acontecer as mudanças na vida
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